Mostrando postagens com marcador informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador informação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CANCELAMENTO DAS AULAS NA EIDC



A coordenação da Escola de Inclusão Digital e Cidadania - EIDC de Felipe Guerra/RN informa que as aulas de informática básica, marcada para iniciar dia 09/05/11 foram canceladas, a medida é em virtude da Coordenação Geral das EIDCs sentirem a necessidade de realizarem uma avaliação sobre as condições de cada escola. Assim que tivermos um novo posicionamento quanto ao retorno das aulas comunicaremos.

Agradecemos a compreensão de todos e estamos a disposição para possiveis esclarecimentos.

sábado, 12 de março de 2011

BIOMA DA CAATINGA É REPORTAGEM DO GLOBO RURAL

Domingo (13) às 8h, o Programa Globo Rural (TV Globo) estará iniciando uma série de matérias sobre os biomas brasileiros, inaugurando a série com o bioma caatinga.

O Projeto Dom Helder Camara (MDA / SDT / FIDA / GEF) foi convidado pelo Programa para colaborar com esta matéria, em função de sua contribuição para a conservação deste bioma, através de experiências de convivência com o semiárido, baseadas na Agroecologia e Agricultura Familiar, especialmente aquelas relacionadas ao uso sustentável da caatinga.

Assim, algumas experiências desenvolvidas no âmbito do Projeto serão abordadas durante esta reportagem de 40 minutos. Acredita-se que a repercussão desta matéria contribuirá para a afirmação da relevância do bioma caatinga em diferentes aspectos: riqueza de sua biodiversidade, construção de novos conhecimentos voltados para a conservação de seus recursos naturais, o papel da agricultura familiar na convivência com este bioma, seus problemas e desafios, entre outros.

reapresentações: Globo News (domingo 17h:05) e Canal Futura (terça-feira 20h)

sexta-feira, 11 de março de 2011

ALGODÃO FEITO NO OESTE POTIGUAR É DESTAQUE DE PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA

O ano de 2011 começou bem para os agricultores familiares de algodão agroecológico do Oeste Potiguar. Em janeiro, a equipe da France 5, televisão pública francesa, esteve no Brasil para conhecer essa experiência de produção agroecológica de sucesso e fazer uma reportagem sobre o assunto. A iniciativa escolhida é resultado de uma parceria entre famílias de agricultores dos municípios de Umarizal, Caraúbas, Apodi e Antônio Martins e a empresa francesa Tudo Bom?.

Embora o reconhecimento esteja acontecendo agora, o trabalho começou em 2002, quando agricultores parceiros da Diaconia implantaram uma Unidade Demonstrativa (UD) de algodão agroecológico, consorciado com duas culturas, milho e gergelim. A iniciativa partiu de um intercâmbio que o grupo participou no município de Tauá, no Ceará. Na localidade, era realizada uma experiência de plantio de algodão agroecológico, consorciado a diversas culturas, tais como gergelim, milho, amendoim e outras. O tímido resultado da experiência com a UD do algodão agroecológico deu um resultado positivo e foi vendido para o comércio local.

Em 2007, 60 famílias envolvidas no projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), apoiado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), cultivaram o algodão agroecológico consorciado. Porém, naquele ano, algumas famílias não obtiveram um bom resultado em virtude do excesso e, em alguns casos, da falta de chuva. Ao final de 2007, 25 famílias colheram grande parte da produção e realizaram a primeira venda para o comércio exterior, através da Empresa Francesa de Comércio Justo – Envão. Além de firmar uma relação de compra e venda mais forte, com essa venda os produtores conseguiram estabelecer uma relação comercial direta com o comprador, acabando com os atravessadores.

Em 2008, os agricultores e agricultoras se lançaram em mais um desafio para a valorização do seu produto: conquistar o selo de Certificação Orgânica Nacional e Internacional. Esse desafio foi superado em 2009 e, desde então, os agricultores certificados mantêm relações comerciais com as empresas de comércio justo, sendo elas a Envão e a Tudo Bom?.

Hoje essas famílias integram a Rede de Produtores de Algodão Agroecológico do Nordeste, onde participam os estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí, caminham para a organização da sua produção de algodão agroecológico e acesso ao mercado justo internacional.

“As famílias estão vivendo um processo de amadurecimento na organização da sua produção. O valor que o produto tem no comércio justo, tem sido importante para estimulá-las no cultivo. Outro ponto positivo é que elas estão com a autoestima bastante elevada, em virtude de poderem resgatar a cultura do algodão, considerado o “ouro branco” do agricultor, antes abandonado por causa da praga do bicudo. Para o futuro há a expectativa quanto à sustentabilidade do grupo, objetivo a ser perseguido”, afirma Hesteolivia Shyrlley, técnica da Diaconia.

A produção fortalece a agricultura familiar e possibilita que as famílias envolvidas possam aumentar a sua renda com um produto livre de agrotóxicos e sustentável. Além disso, busca-se a comercialização dos outros produtos envolvidos no consórcio.

A Diaconia, organização que presta assistência aos produtores, considera que essa visita da televisão francesa foi muito importante para o fortalecimento desse trabalho feito pelos agricultores. “Acredito que esse processo de visibilização do trabalho com algodão agroecológico só demonstra, cada vez mais, a importância da agricultura familiar e seu importante papel na economia e na segurança alimentar de um país”, Joseílton Evangelista, Coordenador de Comunicação e Mobilização de Recursos da Diaconia.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

MOSSORÓ ESTÁ TOMADA PELA MOSCA BRANCA



Pegos de surpresa. Foi esta a definição da diretora do Departamento de Projetos Paisagísticos e Urbanização, Nora Aires, com relação ao alto número de incidência do inseto conhecido com mosca branca. A diretora diz que pelas denúncias que recebem da população é possível verificar que "a cidade está tomada pelo inseto". Estudos, formas de prevenção caseira e ações de combate da Gerência Executiva do Meio Ambiente tentam controlar a situação - ao que tudo indica o problema pode se estender mais do que deveria.

Nora Aires enfatiza que a mosca branca é de combate extremamente difícil; mesmo com as ações de combate mais imediatas, será preciso elaborar um estudo de controle mais eficaz, especialmente para a zona urbana. "Até mesmo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem dificuldade de controlar esse inseto, que é considerado a praga do século. Além disso, nunca tinha aparecido na zona urbana nessa magnitude".

Por isso, segundo a diretora, a Gerência de Meio Ambiente vai reunir-se na próxima semana com técnicos da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) para definir uma estratégia mais eficaz de controle.

A mosca branca se alimenta de plantas e não deve causar nenhum tipo de doença mais grave no ser humano, exceto algumas alergias. Ela é mais comum na zona rural, por se alimentar principalmente de alguns tipos de plantações de frutas, como melão e melancia. O mais estranho, para Nora Aires, foi o fato de o inseto estar se espalhando pelas árvores do tipo fícus, muito difundida em Mossoró. "Este tipo de árvore era conhecido por sua resistência, não era do nosso conhecimento que a mosca branca pudesse se espalhar com o fícus", disse.

Para o professor especialista em insetos da Ufersa Elton Lúcio de Araújo, a recente estiagem por que a região do semiárido potiguar passou pode ter contribuído para a formação dessa quadro. "As altas temperaturas podem ter aniquilado temporariamente os inimigos naturais da mosca branca, o que pode ter ocasionado o aumento da população do inseto. Mas não se pode descartar a possibilidade de que esta espécie que está atacando a cidade seja nova, diferente da do campo".

COMBATE

O combate por enquanto se dá de forma paliativa, porque não é possível usar elementos químicos fortes mais eficazes de controle na zona urbana. A população poderia ser duplamente prejudicada. A denúncia e a cooperação dos cidadãos, por isso, é fundamental. Ações próprias como o uso de uma fórmula caseira de inseticida também pode ajudar.
Recomenda-se que se dilua 3ml de sabão ou detergente em 1 litro de água e espalhe nas árvores onde há o foco do inseto", recomenda Nora Aires.

Fonte: O mossoroense
Imagem: Google

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

BIBLIOTECA DA EMATER-RN COMEMORA DIA NACIONAL DO LIVRO



Momentos de autógrafos, sorteio e arrecadação de livros e palestra sobre incentivo à leitura fazem da programação comemorativa ao Dia Nacional do Livro que a Emater-RN realiza sexta-feira (29), às 9 horas, no auditório da instituição, para seus servidores e parceiros. A Emater-RN dispõe da única biblioteca especializada em agropecuária e extensão rural do Rio Grande do Norte com 5.649 títulos, 9.682 exemplares totalizando 9.075 assuntos cadastrados virtualmente.

O evento é uma realização da biblioteca e do Projeto Qualidade de Vida (Ser Viver) da autarquia. Segundo a bibliotecária da Emater-RN, Claudia Simone Felipe, a comemoração tem como objetivo aumentar o fluxo de usuários à leitura e pesquisa através da amostra dos serviços disponibilizados. A biblioteca da Emater-RN tem, atualmente, 625, usuários cadastrados, havendo uma procura crescente em decorrência da campanha realizada.

Claudia Simone ressalta que o acervo da biblioteca é atualizado, frequentemente, com material diversificado nos temas centrais especializados: agropecuária e extensão rural. Geralmente são livros, revistas, boletins técnicos, anuários, catálogos remetidos por instituições como Ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Agrário, Emateres de outros estados, de parceiros.

A procura pela leitura, pesquisa e empréstimo é intensa, observa a bibliotecária. Além de servidores, o espaço é dividido com vários segmentos profissionais da população estudantil, de nível médio e acadêmica, de instituições públicas e privadas. Ela destaca que é comum a visita de estudantes dos cursos de Zootecnia, Medicina Veterinária, Gastronomia.

Seguindo as normas do padrão universal, para o setor, a biblioteca da Emater-RN, também, pode ser utilizada através da rede internacional de computadores. Os interessados nos serviços prestados, via internet, têm várias opções de acesso ao acervo. Os mais comuns são: Portal de Bibliotecas do Governo do Estado (www.portalbib.rn.gov.br) e sítio eletrônico da Emater-RN (www.emater.rn.gov.br).

Fonte: Emater

terça-feira, 14 de setembro de 2010

RN PODERÁ TER NOVA RECLASSIFICAÇÃO SOBRE FEBRE AFTOSA AINDA NESTE MÊS DE SETEMBRO



Por Agência RN

Desde que assumiu o Governo do Estado, o governador Iberê Ferreira de Souza reafirmou o compromisso com o setor agropecuário de buscar uma nova reclassificação do Rio Grande do Norte em relação à febre aftosa. Em 2008, o Estado passou de área de risco desconhecido para área de médio risco com vacinação e, agora, o objetivo é passar para risco livre com vacinação - meta que está próxima de ser alcançada.

No dia 1º de setembro, o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca, Francisco das Chagas, esteve em Brasília para uma audiência no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Representando o governador, ele levou este importante pleito ao ministro Wagner Rossi e recebeu uma resposta positiva.

"Estamos muito próximos de conseguir essa reclassificação, já que nossos argumentos são fortes. Não temos nenhum caso de aftosa registrado nos últimos 12 anos em nossa região e estamos sempre cumprindo nossas obrigações com todos os cuidados com a inspeção agropecuária. Por isso, temos totais condições de sermos novamente reclassificados, dando mais um significativo impulso econômico ao setor", destacou o governador Iberê Ferreira de Souza.

Dos Estados do Nordeste, só a Bahia e Sergipe são áreas livres com vacinação. O Rio Grande do Norte está encabeçando essa luta junto ao governo federal no intuito também de beneficiar os outros seis Estados da região. Do ponto de vista comercial e operacional, é interessante que todo o Nordeste esteja no mesmo patamar.

Na audiência desta quarta, o ministro deu encaminhamento ao pleito e agora o governo federal vai fazer uma consulta à Organização Internacional de Epizotias (OIE), entidade mundial que regula a sanidade animal, para analisar o pedido de reclassificação do Rio Grande do Norte e dos outros seis Estado do Nordeste. O resultado dessa consulta será anunciado no próximo dia 15 e uma nova audiência no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília, já está agenda para o dia 16.

"Estamos muito esperançosos. Se a OIE der o aval, o ministério pode confirmar a reclassificação de imediato. Mas caso haja a recomendação para uma sorologia de uma amostra de nosso rebanho, o Rio Grande do Norte está pronto para fazê-la. Fomos o primeiro Estado do Nordeste a cumprir o plano de ações já prevendo esta possibilidade, temos recursos alocados e o Instituto de Defesa Agropecuária do RN (IDIARN) está de prontidão", disse o secretário Francisco das Chagas.

O Rio Grande do Norte tem hoje um rebanho de aproximadamente 900 mil cabeças de gado bovino e bubalino. Se for necessário fazer a sorologia, as amostras de sangue serão retiradas de 1% dos animais.